Isaac Araujo 3°A (Mídia Hegemonica)
A energia está em praticamente todos os lugares à nossa volta. Precisamos dela sempre que entramos num carro ou ônibus para ir a algum lugar, quando cozinhamos, tomamos um banho quente e até mesmo agora, eu aposto que você está lendo este texto em um dispositivo que, se não está ligado a uma tomada, em algum momento do dia ele esteve.
Sendo a energia uma peça tão importante no cotidiano de um mundo globalizado, o acesso universal a ela, de maneira que não degrade o meio-ambiente, é uma das metas na lista dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU), a ser cumprida até o ano de 2030. Saiba mais sobre elas por aqui. Figurando no documento como o sétimo dos objetivos, está a energia acessível e limpa.
Porque aliar acessibilidade e sustentabilidade é um desafio?
Com a população mundial em constante crescimento – nos últimos 10 anos ganhamos cerca de 640 milhões de pessoas – a demanda por energia barata também aumenta. Segundo dados da ONU, entre 1990 e 2010, o número de pessoas com acesso à eletricidade cresceu 1.7 bilhão. Isso é ótimo, afinal quanto maior o acesso à fontes de energia, mais pessoas podem facilitar as tarefas diárias e aproveitar as comodidades da tecnologia. Porém, aí também mora um risco: algumas das fontes de energias mais baratas, a curto prazo, são também as que mais degradam o meio ambiente.
Uma economia global dependente de combustíveis fósseis e o aumento das emissões de gás carbônico estão criando drásticas mudanças no clima, o que impacta diretamente todos os continentes. Além disso, quanto mais dependentes de único recurso – como os combustíveis fósseis – forem as nações, maior o risco de algum imprevisto causar o desabastecimento do território, e os temidos “apagões”. As fontes de energia limpa entram aí, como forma de amenizar os impactos que causamos no meio-ambiente e diversificar as matrizes energéticas dos países.
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